"Ao procurar ativamente pela minha melhor versão, transformei a autoestima"
A influenciadora digital e empresária Sarah Fonseca divide as lições que aprendeu durante a própria jornada de construção da confiança
Por Redação Glamour
Quem vê a naturalidade com que a influenciadora digital e empresária Sarah Fonseca posa e conversa com as câmeras, em papo direcionado aos mais de 600 mil seguidores só no Instagram, talvez não imagine como foi o percurso até chegar até aqui. Aos 30 anos, ela se orgulha pela busca ativa que trilhou por uma versão da qual gostasse depois de anos e anos de pouca autoconfiança na época escolar. Em papo com a Glamour, ela revisita essa trajetória e divide os bons conselhos do que aprendeu até chegar aqui.
Como foi o seu processo de construção de autoestima?
A minha autoestima no colégio não era muito boa. Eu me achava feia; não me sentia bem com quem eu era, com o meu corpo e com o meu cabelo. Hoje, essa relação se transformou. Acho minha pele maravilhosa, assim como meu cabelo. Atualmente, me sinto mais livre em poder escolher o que quero usar, vestir ou ser. Foi um processo, de aprender com o tempo mesmo, a lidar com quem sou.
Você viveu algum momento marcante neste caminho?
Depois da época de colégio, procurei maneiras de me sentir melhor comigo mesma e me encontrar. Foi quando descobri os exercícios físicos e os cuidados com a pele e com o cabelo. Entrei para uma academia e passei a exercitar a minha vaidade. Eu me olhava no espelho e me perguntava: como eu poderia me sentir bonita de verdade? Então, fui atrás de maneiras naturais, que eu nunca me deixasse de lado também. Conforme fui colocando todos esses cuidados em prática, inclusive, aprendendo a lidar com a minha pele e o meu cabelo, essa relação foi melhorando cada vez mais. É um processo de descobrir qual era a minha melhor versão, e é uma decisão que segue; ano após ano, sigo procurando essa versão.
Ano após ano, sigo procurando a minha melhor versão
O que enxerga quando vê o próprio reflexo?
Hoje, quando olho no espelho, vejo uma pessoa bem consigo mesma. Eu me sinto bem sobre como e quem sou. Finalmente, enxergo beleza.
Qual conselho você daria para uma versão mais jovem?
O conselho que eu daria para quem fui no passado é: não absorva tudo o que as pessoas dizem sobre mim. Eu escutava muito quem tinha críticas não construtivas, que queriam machucar. Entendi que esses comentários são delas. Atualmente, olho no espelho e não tenho dúvidas sobre o que falam sobre mim, mas já tive muitas. Eu vejo quem sou por mim mesma sem ruídos externos.