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Pele
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Por
Jamie Wilson
— Glamour US

Se você deseja aumentar a elasticidade ou restaurar a pele, há várias opções para estimular a produção de colágeno. Afinal, é o colágeno que dá aos bebês aquela pele volumosa e firme – um objetivo de cuidados com a pele que muitos de nós invejamos com o passar dos anos. A boa notícia é que existem várias maneiras de impulsionar nossas reservas de colágeno quando precisamos de um reforço.

“Seu corpo naturalmente produz colágeno em resposta a danos ou estresses na pele, como ao usar retinoides, fazer microagulhamento ou até mesmo esfoliação,” explica a Jeannette Graf, dermatologista e professora assistente de dermatologia na Escola de Medicina do Monte Sinai.

Além de tratamentos e produtos, a nutrição desempenha um papel fundamental na estimulação do colágeno, mas é importante lembrar que nem todos os alimentos são igualmente benéficos. “Caldo de ossos, peixe, pele de frango e claras de ovo são naturalmente ricos em colágeno,” diz ela. “Alimentos ricos em vitamina C, como frutas cítricas e vegetais de folhas verdes, também podem apoiar a produção de colágeno.”

É possível estimular o colágeno naturalmente?

Embora procedimentos como microagulhamento e produtos como retinoides possam desencadear a produção de colágeno, também é possível estimulá-lo de forma natural. Graf recomenda medidas como proteção solar, uma dieta rica em proteínas e antioxidantes, sono de qualidade e hidratação adequada para auxiliar nesse processo.

Como aumentar a produção de colágeno?

Existem várias formas de estimular a produção de colágeno, desde cuidados tópicos com a pele (busque ingredientes como retinol, peptídeos e vitamina C) e tratamentos dermatológicos até mudanças no estilo de vida e suplementos de colágeno.

No que diz respeito aos tratamentos profissionais, Graf sugere que “procedimentos como microagulhamento ou terapia a laser também são ótimas opções para impulsionar a produção de colágeno.” Ela acrescenta que fatores como exercícios regulares e hidratação também podem contribuir para esse processo.

É possível ingerir colágeno?

Enquanto os tratamentos dermatológicos e a nutrição podem estimular a produção de colágeno, ele também pode ser ingerido. No entanto, a Graf alerta que nem todo suplemento de colágeno funciona para todas as pessoas. “Algumas pessoas podem sentir inchaço leve ou desconforto estomacal, e os resultados podem levar tempo para aparecer,” diz ela.

Embora o colágeno contribua para uma aparência mais firme e saudável da pele, tomá-lo não é uma solução para todos os problemas dermatológicos. “Ele pode ajudar a melhorar a elasticidade e firmeza da pele ao longo do tempo, mas não reverterá completamente a flacidez,” explica. “Para mudanças significativas, pode ser necessário recorrer a tratamentos profissionais.”

Graf recomenda o colágeno hidrolisado (peptídeos de colágeno), que pode ser consumido em suplementos ou misturado a bebidas. “Essa é a forma ideal para a absorção pelo organismo, pois já está quebrada em partículas menores,” afirma. “Combine com vitamina C para maximizar a absorção.”

O que reduz o colágeno na pele?

É sabido que a produção de colágeno diminui com a idade, e há diversas razões para isso. Graf explica que a idade é o principal fator, e essa redução pode começar já a partir dos 25 anos. Embora o envelhecimento não possa ser evitado, há outros fatores sobre os quais temos controle.

“A exposição ao sol, o tabagismo, o estresse, a poluição e até uma alimentação inadequada podem degradar o colágeno ao longo do tempo,” alerta. “Os danos causados pelos raios UV são um dos principais culpados.”

É possível reconstruir o colágeno da pele?

“Sim, até certo ponto,” afirma Graf. Embora seja evidente que os níveis de colágeno que temos na adolescência não são os mesmos que teremos aos 30 anos e além, é possível tanto impulsionar sua produção quanto preservar o que já existe.

“Produtos para a pele, tratamentos profissionais, suplementos de colágeno e um estilo de vida saudável podem ajudar a estimular a capacidade natural da pele de reconstruir o colágeno,” explica Graf. “Ainda assim, é essencial focar na preservação do que já temos e na desaceleração da sua degradação.”

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