Pesquisa revela que ansiedade e pressão financeira estão tirando o sono do brasileiro
O estudo expõe os desafios críticos do sono enfrentados em todo o mundo
Por Redação Glamour
Os brasileiros não estão dormindo o suficiente. É o que mostra o resultado da Pesquisa Global do Sono de 2024, realizada pela ResMed com 36.000 participantes em 17 países. O resultado da falta de sono é nítido nos quatro cantos do globo: os entrevistados relataram sentir sonolência excessiva durante o dia (50%), sentimentos negativos pela manhã (40%) e mais irritabilidade (39%).
De acordo com o instituto nacional do sono dos Estados Unidos, os brasileiros dormem em média 1,25 horas a menos do ideal, totalizando 7,1 horas por noite quando o recomendado é de 7 a 9 horas. E o que está tirando o nosso sono? A ansiedade é citada por 60% da população brasileira entrevistada e as pressões financeiras vêm em seguida para 39%.
Uma parcela significativa dos entrevistados no Brasil (38%) consultou um profissional médico sobre dificuldades de sono, sendo que 10% foram testados e diagnosticados com algum distúrbio do sono.
Os benefícios de uma noite bem dormida
Maior concentração (50%), aumento da produtividade (51%) e melhoria da saúde mental (44%) foram os três principais benefícios experimentados pelos entrevistados ao redor do mundo após uma boa noite de sono.
Quase nove em cada 10 entrevistados também disseram que dormir bem os beneficia fisicamente, enquanto 83% concordam que dormir bem faz com que sejam mais criativos.
As pessoas também estão ficando mais curiosas sobre como dormem, com 36% dos entrevistados monitorando seu sono por meio de um aplicativo de smartphone (44%) ou de um dispositivo portátil (31%).
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“Com o sono sendo o terceiro pilar da saúde, ao lado da dieta e dos exercícios, priorizar o sono é uma das maneiras mais eficazes de melhorar sua saúde geral”, diz o Dr. Carlos M. Nunez, Diretor Médico da ResMed. “Com mais de 936 milhões de pessoas em todo o mundo afetadas pela apneia do sono (Benjafield A et al. Lancet Respir Med 2019), é preocupante saber que, das 36.000 pessoas que pesquisamos, 40% dormem menos de três boas noites por semana. Queremos capacitar as pessoas para que assumam o controle da saúde de seu sono e conversem com seus profissionais de saúde, pois o sono ruim pode ser um indicador de doenças como a apneia do sono.”
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