7 livros que marcaram a sua adolescência
Reunimos os livros que moldaram sentimentos da redação da Glamour. Eles marcaram nossa adolescência e continuam sendo o gatilho perfeito para uma dose de nostalgia
Tem histórias que a gente nunca esquece – não só pelo enredo, mas porque elas grudam em uma fase específica da vida. É só ver a capa, folhear a primeira página ou lembrar de uma personagem para ser transportada imediatamente para o quarto onde você lia, para o recreio da escola ou para aquela viagem em família que só fez sentido porque você tinha um livro nas mãos.
Entre romances que nos ensinaram o que era o amor (mesmo que idealizado demais), dramas que fizeram a gente chorar como se o mundo fosse acabar e aventuras que nos mostraram que podíamos ser quem quiséssemos, os livros da adolescência são marcas que ficam na memória – e não importa se hoje você já os vê com um olhar mais crítico (risos), eles foram importantes, e é isso que conta.[você já ouviu falar em Biblioterapia?].
Aqui, a redação da Glamour abriu o coração e compartilhou os títulos que marcaram sua adolescência. Prepare-se para uma viagem nostálgica pelos clássicos dos anos 2000!
Melancia – Marian Keyes
Melancia me marcou não tanto pela história em si (que hoje me escapa nos detalhes), mas me leva direto para um momento da minha vida. Eu devia estar na 8ª série, com uns 14 ou 15 anos, e lembro da sensação de andar com aquele calhamaço de 500 páginas debaixo do braço no recreio da escola. Era um dos primeiros livros “de adulto” que eu lia, e me sentia o máximo por isso (risos). A capa verde com a fatia de melancia me transporta imediatamente para aquele tempo, quando minhas amigas também estavam descobrindo Marian Keyes e a gente compartilhava essas histórias. Foi um dos primeiros livros que me fez perceber que leitura podia ser divertida, leve, descomplicada. – Malu Pinheiro
Série O Diário da Princesa – Meg Cabot
Comecei a ler O Diário da Princesa com nove anos, em 2004 — sim, eu chequei na edição que guardo com carinho até hoje —, na época, só quatro dos dez livros da saga haviam sido lançados. E se comecei o livro ainda criança, fui concluir toda a jornada de Mia Thermopolis até o trono de Genóvia com apenas 15, quando Princesa Para Sempre foi lançado. Guardo com carinho todo o tempo que vivi acompanhada da nossa princesa favorita e seus amigos. Sinto que cresci com ela em diversos aspectos e não vejo a hora de passar essas histórias para frente. – Júlia Ribeiro
A Turma dos Tigres – Thomas C. Brezina
Quando penso em livros que marcaram minha adolescência, imediatamente me transporto para a biblioteca do meu colégio no início dos anos 2000. Eu batia ponto por lá antes e depois da aula - às vezes até no intervalo -, e devorava as coletâneas que amava, como os mistérios de Agatha Christie e da Turma dos Tigres, de Thomas C. Brezina; a série A Droga da..., do Pedro Bandeira; e Coisas Que Toda Garota Deve Saber, de Samantha Rugen. Lembro com carinho desse tempo em que desenvolvi meu amor pela literatura, com muita curiosidade e faro investigativo. – Bárbara Tavares
A Garota Americana – Meg Cabot
Tenho muito carinho por inúmeros livros da Meg Cabot. Maratonava a autora na biblioteca da escola e devo ter lido a maioria de seus livros lançados até os meus 15 anos. Dentre os mais marcantes, destaco A Garota Americana, em que a protagonista despretensiosamente salvava o presidente dos Estados Unidos de uma tentativa de assassinato e, de quebra, emplacava um romance com o filho bonitão dele. Lembro direitinho de algumas cenas do livro até hoje e da edição que aluguei na época— que, virada do outro lado e lida no sentido japonês, já contava com a continuação da história, o volume 2, Quase Pronta. – Manoela Morel
Fazendo Meu Filme – Paula Pimenta
Fazendo Meu Filme, da Paula Pimenta, foi uma indicação de uma amiga e marcou muito minha adolescência. A história acompanha a Fani, uma garota apaixonada por cinema, que vê sua vida virar de cabeça pra baixo quando surge a chance de fazer um intercâmbio. A partir daí, as conversas com os amigos, os bilhetes na aula e até os papos no MSN começam a girar em torno dessa possível mudança. Achei muito fácil me identificar com as dúvidas dela (entre ficar perto da família, dos amigos e das paixões, ou embarcar rumo a outro país). – Giulianna Lombardi
Para Todos Os Garotos que Já Amei – Jenny Han
Quando o assunto são livros que marcaram minha adolescência, a Jenny Han é a primeira que surge na minha mente, mais especificamente com a trilogia Para Todos Os Garotos que Já Amei. Lembro de ler os três volumes em 2018, quando eu tinha 15 anos, e ficar completamente imersa na leitura, com aquele sentimento de friozinho na barriga ao ver Lara Jean e Peter Kavinsky se apaixonando de verdade (e aos pouquinhos) um pelo outro. Obrigada por me fazer amar o universo literário, Jenny Han! – Maria Mesquita
Série Os Karas – Pedro Bandeira
Sempre que olho para os livros de Pedro Bandeira volto imediatamente para o início da minha relação com a literatura, lá na infância. Lembro da minha prima, sete anos mais velha que eu, lendo A Marca de Uma Lágrima e eu, ainda bem novinha, já super curiosa para ler. Esse eu acabei deixando na fila por ter uma trama mais adolescente, mas logo devorei toda a série Os Karas e fiquei encantada com todo o universo criado pelo autor. Não foram os primeiros livros que li, mas certamente foram os primeiros que me marcaram, e ainda guardo muito carinho quando os vejo posicionados na estante. Não por acaso, no meu TCC da faculdade de Jornalismo, fiz um documentário sobre Pedro Bandeira, revisitando seu começo como escritor e seu impacto na literatura infanto-juvenil. Como ele foi o responsável por me encantar com o mundo da escrita que me levou ao jornalismo, nada mais justo que homenageá-lo na conclusão. – Nívia Passos
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