Loading beleza & estilo

Preparing Beleza Estilo information...

Amor & Sexo
Publicidade

Por Lua Menezes @lascivaluaaa

Estou aqui no trabalho e só penso em você, no teu gosto, aquele que ficou na minha boca depois de te chupar pelo que pareceu uma pequena eternidade, depois que a gente finalmente saiu do quarto do hotel e perambulou pelas ruas muito acesas de Nova Iorque até achar qualquer coisa pra comer.

Na verdade, eu já tinha comido. Eu estava cheia porque você me saciou, e só de lembrar vem uma excitação intumescendo meus corpos cavernosos; por isso, te escrevo esse e-mail no meio do horário de trabalho. É conveniente porque quem me vê de longe pensa que estou trabalhando, mas de perto estou pensando em você, desejando você, repassando você na minha cabeça, nua, em pé contra a imensa janela de vidro do hotel, olhando pra cidade que nunca dorme, enquanto eu, de joelhos, abria tua bunda com as duas mãos e enfiava minha cara na tua boceta, respirando teu ar, teu cheiro de natureza, floresta, onça, toda silvestre no meio da selva de arranha-céus.

Estou pensando naquele quarto de hotel no décimo terceiro andar de um prédio todo de vidro, a cama muito grande, os lençóis muito brancos, o papel de parede preto com detalhes dourados, as luzes ligadas, a cidade piscando lá fora e tua boceta também. Eu sei porque, quando enfiei os dedos dentro, senti tua pulsação, teu aperto suculento, tua temperatura de brasa. A gente tinha acabado de chegar do aeroporto e o cansaço da viagem batia sonolento nos nossos corpos. Mas, ao abrir as cortinas e ver a cidade, as luzes dos outros prédios, a gente realizando o nosso sonho de estar lá, me deu um tesão, uma súbita energia, uma vontade de te fazer gozar nessa outra América. 

Comecei a te beijar, tua boca com gosto de menta do chiclete que você mastigava, mas você me afastou, rindo, e disse que precisava de um banho. Enchi a banheira com água morna, você se despiu sem cerimônia, sem tentar ser sexy. Você estava feliz, olhando deslumbrada pro quarto, pra vista, pra tudo, e essa tua felicidade, teu deslumbre... ah, foi bonito demais de ver!

A gente entrou na banheira e senti o jato da hidromassagem forte nas minhas costas, e foi aí que tive a ideia. Te disse pra se virar na direção do jato e abrir as pernas; você me olhou com um sorriso desconfiado, mas fez o que eu falei. Tuas costas colaram no meu peito, eu te abracei enquanto você se posicionava de um jeito que a água jorrasse intensa no teu clitóris. Você fechou os olhos e abriu a boca num princípio de prazer; comecei a apertar teus mamilos, você começou a gemer mais alto, a água ficou mais quente, teu corpo esquentando tudo, teus gemidos ecoando no mármore branco, eu sussurrando putaria no teu ouvido, te dizendo o quanto você é gostosa, o quanto eu gosto de sentir teu calor, me enfiar dentro de você, ser enlaçada pelas tuas coxas. Você gozou assim.

Quando a gente saiu da banheira, você quis me chupar, descansada pelo banho e energizada pelo orgasmo, mas eu ainda não tinha terminado. Eu queria mais, queria te ver descontrolada, te fazer gritar mais alto do que todas as buzinas e todo o caos de Nova Iorque.  Foi assim que te coloquei contra o vidro da janela, tirei o roupão do hotel que você tinha acabado de vestir, te beijei na boca, teus lábios ainda mentolados, tua língua cheia de vontade, levantei e segurei uma das tuas pernas. Enfiei um dedo, te encontrei derramada, enfiei mais um, você quase gritou, pensei: agora sim.

Antes que você gozasse de novo, te virei de costas pra mim e, de frente pra cidade, te peguei pela nuca, apertei teu quadril, queria que você gozasse olhando nos olhos do teu sonho, o sonho realizado. Queria que teu orgasmo tivesse gosto de vitória.

Você não pediu pra fechar as cortinas ou apagar a luz, você estava nua e queria continuar assim. Você que, por tanto tempo, se escondeu, que sentiu teu corpo como inadequado, fora do padrão, que se sentiu invisível. Eu te via e você também. E, se posso ser sincera, queria que todo mundo visse tua beleza, a gente juntas. Você começou a se masturbar enquanto eu te comia com os meus dedos, daquele jeitinho que você gosta. Você gozou de novo e eu quase gozei só te ver gozar, nosso sexo na vitrine. 

Eu notei que você gostou de se exibir, que te excitou a ideia de que poderia ter alguém vendo e, depois de você gozar pela segunda vez, eu me ajoelhei, abri tua bunda com as duas mãos e te chupei. Queria teu gosto nos meus lábios, no meu rosto, e saí assim, sem me lavar, exalando teu cheiro, orgulhosa do nosso prazer. Nova Iorque não é maior do que o tesão que eu sinto por você.

Mais recente Próxima Vibrador de calcinha: 3 modelos do sex toy testados (e aprovados) pela redação Glamour

Mais lidas

Mais de Glamour