Glamour impressa: Marina Ruy Barbosa e Sabrina Sato estrelam as capas
Leia a carta da diretora de conteúdo, Renata Garcia, com os destaques da Glamour impressa de maio de 2026
"Um espaço seguro e de sororidade — com mulheres sempre prontas para lutar e movidas pela alegria." Essa é a essência da Glamour, como bem definiu Samantha Barry, diretora editorial global do título, em abril, durante um encontro virtual com líderes ao redor do mundo. Há 13 anos no Brasil, três dos quais me orgulho de ajudar a escrever, evoluímos junto com o tempo e a sociedade.
Redesenhamos formatos, repensamos eventos, ajustamos o tom. Seguimos adiante com o compromisso de estar sempre atentas às conversas relevantes para as mulheres, mantendo a leveza, o acolhimento e o respeito. A revista que você tem em mãos é reflexo dessa construção: um convite aberto para refletir, aprender e, acima de tudo, se inspirar conosco.
Capas 2025:
Ícones do entretenimento e da moda no Brasil, nossas estrelas de capa Marina Ruy Barbosa e Sabrina Sato protagonizam ensaios que exalam extravagância, com a pitada fun que tanto adoramos, sob a direção criativa de Marcelo Jarosz. Se os últimos anos foram dominados por uma padronização estética e reinado do quiet luxury, agora celebramos a originalidade, o brilho do inusitado e a liberdade de ousar — tríade que também dá o tom dos editoriais de beleza, com arte assinada pela diretora de arte convidada Bruna Bismara e a designer Manoela Morel.
Nas entrevistas de capa, o resultado é íntimo e profundo: Marina abre o coração para a editora de beleza, Isabella Marinelli, sobre maturidade, saúde mental e os novos papéis que almeja na carreira; Sabrina, em relato à jornalista Malu Pinheiro, compartilha com emoção e generosidade sobre as dores em torno de duas perdas gestacionais, o casamento surpresa e como segue forte e carismática na vida e na criação de Zoe.
A conversa sobre maternar continua na matéria Entre Nós. "Antes de ser mãe, eu era uma mulher com medo. Hoje, sou corajosa, uma leoa", diz Dani Rudz. Ao lado de Camila Fremder e Julia Faria, ela divide, em depoimentos à repórter de beleza Carolina Merino, as mudanças no corpo, na mente e na autoestima após a chegada de seus filhos.
E já que a transformação é uma jornada que não tem idade, mergulhamos em outro tema que atravessa tantas de nós: o envelhecer. Na reportagem De Repente Velha, questionamos como o prazo de validade da juventude impacta a forma como nos vemos e somos vistas. "Somos consideradas velhas cada vez mais cedo. Isso nos torna invisíveis numa sociedade que celebra apenas o novo", comenta a antropóloga Mirian Goldenberg.
Assumir papéis centrais e ocupar espaços que historicamente nos foram negados é o fio condutor das reportagens Pisa Menos, da repórter de moda Ana Carolina Pinheiro, e Memórias do Cangaço, da editora-assistente de lifestyle Nivia Passos — leituras que recomendo sobre os reflexos da presença feminina na cultura sneakerhead e nas narrativas do audiovisual em torno do sertão nordestino, respectivamente.
Mais em Condé Nast
Em paralelo, celebramos a chegada de vozes que se somam ao nosso olhar plural: Vanessa Rozan e Manuela Xavier estreiam como colunistas de beleza e comportamento. Junto a Angélica Silva (beleza), Maria Braz (moda) e Marcela Mc Gowan (sexo), elas ampliam as conversas com narrativas pessoais que informam, emocionam e provocam reflexões, seja por meio de textos ou de vídeos, ao longo de todo o ano de 2025.
Para encerrar a edição, após cada virada de página, também aproveitamos a oportunidade para pensar em desacelerar. Nem só de urgências se vive o agora. Em Respiro Analógico, propomos uma pausa. Uma reconexão. Como nos lembra Iza Dezon, expert em análise de tendências: "Tempo e presença são os ativos mais valiosos que temos hoje." Preciosos desta maneira, agradeço por você dedicar um pouco deles à Glamour. Boa leitura!









