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A semana de moda de Londres, que acontece em fevereiro, proibiu o uso de peles de animais selvagens na passarela, ampliando ainda mais a restrição formal contra o uso de peles que começou a ser introduzida ano passado.

As grifes integrantes do line-up britânico terão de ser comprometer a não utilizar a matéria-prima apresentadas nos desfiles, anunciou em o vice-diretor de política e envolvimento do British Fashion Council, David Leigh-Pemberton, durante um discurso no parlamento inglês durante a semana, após pressão dos defensores dos direitos dos animais. "Os padrões que aplicamos aos designers que desfilam no calendário oficial continuam a evoluir, e agora estamos nos envolvendo ativamente com designers e a comunidade da moda em geral para discutir nossa abordagem às peles na passarela. Este trabalho acontece no contexto mais amplo da resposta do setor da moda às preocupações ambientais e sociais".

Ao longo de uma década, grifes internacionais abandonaram o uso de peles de animais abrindo conversas em torno do consumo mais ético do que com a venda de peles, porém muitas ainda apostam no uso de couro de crocodilo, cobra e lagarto para a fabricação de itens de luxo.

Sendo assim, a London Fashion Week é a primeira das quatro maiores semanas de moda do mundo a proibir o uso de peles quanto de peles de animais selvagens na passarela, em contrapartida dos calendários de Paris, Milão e Nova York. Já as menores, como Copenhague, Berlim e Melbourne, já implementaram a proibição.

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